A diretoria da Loga participou de uma reunião na sede da Secretaria Executiva de Mudanças Climáticas em 3 de fevereiro de 2022. O objetivo foi apresentar soluções inovadoras para a questão da redução de emissões de poluentes atmosféricos - em conformidade com a Lei 16.802/18 que tem a previsão para que as concessionárias de serviço de transporte urbano e de coleta de resíduos reduzam essas emissões, em princípio, até 2028.

02

 Ao percorrer as 25 mil vias coletando os resíduos, a empresa entende sua importância na atual situação logística da cidade e estuda alternativas para minimizar os impactos causados pela emissão de dióxido de carbono em seus veículos. “Temos trabalhado para promover a redução progressiva de dióxido de carbono por meio da utilização gradual de combustíveis mais limpos, por uma frota mais moderna e com a aplicação de um sistema de gestão que nos garanta mais eficiência”, afirma Lucas Feltre, diretor administrativo financeiro da Loga.

 A empresa fez uma apresentação das iniciativas que têm adotado ao longo dos anos de concessão e também de projetos sobre o futuro da geração de combustíveis mais limpos. Um exemplo dessa iniciativa está diretamente ligado aos projetos do seu principal acionista, Grupo Solví, que tem em sua Unidade de Valorização Sustentável Caieiras estudos em andamento para a instalação de uma usina de beneficiamento de biometano, gás proveniente da decomposição de materiais orgânicos. Este gás possui características similares ao GNV e pode ser utilizado como combustível para veículos, substituindo uma importante fração do diesel consumido atualmente.

 Entre as inovações já iniciadas pela Loga, estão a inserção de 14 veículos elétricos para a coleta de vielas em comunidades, a substituição de motores Euro II por Euro V, reduzindo em 7% a emissão desses gases, e um ganho de 27% na redução de emissões, como a desaceleração da potência do motor, que passou de 1200 para 950 rpms (rotação por minuto). Além do redimensionamento logístico de setores e a substituição de retroescavadeiras à diesel por ponte rolante.

  O piloto irá utilizar um modelo híbrido que trabalhe com diesel e GNV e a expectativa é a redução. “Os testes estão apenas começando, mas já prevemos uma redução de mais de 13% nas emissões de CO2 em nossa frota futura”, projeta o diretor.


ÚLTIMAS NOTÍCIAS