Na segunda-feira (2), a UVS Sotero Ambiental recebeu Thiago Zanon, Coordenador de Valorização de Resíduos, que integra o Programa ASAS – Ampliando a Segurança Ambiental Sustentável. As visitas técnicas do ASAS visam levantar os riscos ambientais específicos da unidade, fora daqueles que são controlados e mitigados.

A visita ocorreu em toda a Unidade, passando pelos processos de manutenção, solda, etapas da Estação de Tratamento de Água de Reuso (ETAR). Além dos pontos de melhorias identificados para minimizar os riscos, a Unidade se destaca em todo o acompanhamento da central de resíduos, onde é feita a separação de papelão para reciclagem, pilhas, baterias, pneus e embalagens de lubrificantes para logística reversa. Bem como a separação dos resíduos perigosos que são enviados para aterros classe I.

Também foram identificados como aspectos positivos as canaletas de contenção e os cinco poços de monitoramento presentes na UVS, os quais não foram identificados contaminação de passivos ambientais na água e solo.

“Foi o segundo ano em que aplicamos o Programa ASAS (Ampliando a Segurança Ambiental Sustentável) na Sotero. É um programa da Solví que visa levantar todos os riscos ambientais e agravantes significativos, e procura ações para minimizar ou eliminar esses riscos. No caso da Sotero, é uma unidade que tem a garagem, manutenção, lavagem e pintura, todos esses processos tem potencial de causar algum impacto ambiental, apesar desse potencial não ser tão alto quanto o dos aterros. Foram levantados alguns riscos, porém baixos, porque a Unidade e toda a estrutura Regional já atua para minimizar os impactos, de acordo não apenas com os aspectos ambientais, mas com as premissas da Solví. A UVS mostrou que já tem domínio e todo o planejamento para minimizar esses riscos”, comentou Thiago Zanon sobre a visita à Sotero Ambiental.

“O ASAS é um ótimo programa, pois auxilia a enxergar possíveis riscos ambientais que não estavam no nosso radar. Na Sotero, todos os riscos identificados já tinham sido sinalizados e estavam sendo tratados, pois a unidade atua de forma eficaz para minimizar os riscos”, comentou Anna Paula Engelberg, estagiária do QSSMA da UVS.


ÚLTIMAS NOTÍCIAS