A Termoverde Salvador em parceria com a livraria Caramurê promoveu o lançamento do livro “A Cidade da Bahia e a Eletricidade” dos autores Daniel Rebouças, Fernando Oberlander e Juliana Barreto Farias. O evento aconteceu na sede da Livraria Caramurê, que fica no Museu de Arte Moderna da Bahia - MAM.

A obra conta sobre o processo de desenvolvimento da indústria energética na Bahia, partindo de Salvador, marco inicial do estado, utilizando a eletricidade como o fio condutor, abordando sobre seu impacto nos âmbitos social, urbano e cultural e como a eletricidade interferiu e interfere até os dias de hoje nos âmbitos político e econômico na metrópole. 

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Para Danilo Laert, Gerente da UVS Termoverde Salvador, “Participar de um projeto literário é fantástico e com muito aprendizado, principalmente em uma obra como A Cidade da Bahia e a Eletricidade, onde a história da Termoverde Salvador fica eternizada na bibliografia nacional.  A Termoverde  é um marco na trajetória energética da região nordeste do país e o berço da área de Valorização Energética da SOLVÍ, presente há décadas na história da cidade de Salvador, na área de gestão ambiental. O sucesso deste empreendimento, que já nasceu com o conceito 100% ESG, mesmo antes de existir a sigla, demonstra a visão de futuro e a capacidade da SOLVÍ quando falamos de soluções para a vida. Só podemos agradecer a todos que participaram deste projeto!”

A edição traz o marco histórico da Termoverde, em ser a primeira termoelétrica a biogás de aterro sanitário implantada no Nordeste, atuando na geração de energia sustentável a partir da decomposição de resíduos sólidos biodegradáveis. Além disso, a publicação tem uma pesquisa maior sobre a produção e consumo de novas formas sustentáveis de eletricidade.

“Participar deste projeto evidencia o marco histórico que é a Termoverde Salvador, e a contribuição para a história da eletricidade e sua evolução no estado da Bahia a partir das atividades da empresa, que tem como marca a inovação, a tecnologia e o compromisso com a busca de fornecer energia de forma sustentável.” Pontuou Bruno Caldas, Superintendente Regional da Tratamento e valorização na Bahia



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